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Pegue o aprendizado e só isso …

Quando as coisas acabam, sejam relações de trabalho, sociais, amizades ou a dois, é uma oportunidade de tirar lições, obter novos aprendizados e fazer esse equilíbrio do que podemos obter para o nosso crescimento. O que gostaríamos de repetir no futuro ou com razão não faremos ou toleraremos novamente. Esse aprendizado não é imediato e se assim fizéssemos, com aquela autoconfiança de declarar que “viramos a página” de um dia para o outro, estaríamos desperdiçando o enorme potencial de aprendizado que cada experiência contém para nosso benefício. . As aulas levam tempo e sempre podemos revisá-las em nossas mentes para obter novos insights e lições úteis para o nosso crescimento pessoal.

Acho que uma parte importante da vida é aprender com essas experiências, para nos conhecermos melhor, reconhecer nossos próximos desafios de crescimento e também poder fazer da nossa vida algo que faça mais sentido e seja melhor.

Porém, muitas vezes há quem percorra o caminho errado para terminar uma etapa ou uma história e ao invés de tirar os aprendizados, acreditam que o “ganho” dessa relação é levar algo mais evidente e ao mesmo tempo mais superficial ( embora eles não percebam o que é assim). Dessa forma, há quem acredite que o melhor que pode fazer é pegar coisas, projetos, equipe, amigos, informações de outras pessoas ou qualquer outra coisa. Aqueles que agem assim se perdem de muitas maneiras.

Em primeiro lugar, acreditando que tiram o que tem valor, na verdade tiram o que é perecível e facilmente substituível. Não podendo ver as experiências como fontes ricas de aprendizagem, com potencial multiplicador para o futuro, pensam que o que é tangível é o que é verdadeiramente substancial. São essas pessoas que, comendo a vaca, ficam sem leite e sem animais.

Como um segundo erro, está o fato de que a vida dá muitos giros e saímos de uma forma em que dificilmente um vínculo de confiança ou uma intenção de crescimento mútuo voltem a crescer, fechando portas em vez de abrir novos horizontes. que também são úteis para o futuro.

Por fim, creio ser fundamental compreender que quando algo acaba, se tira o que lhe pertence, e nada é mais nosso e nosso do que o que aprendemos, o que guardamos dentro de nós e a forma como podemos usar cada experiência como sustento para uma próxima evolução. Quanto ao resto, que levem tudo, porque acreditando que estão a fazer “o negócio do século”, na realidade só estão a tomar o que está no nosso caminho para abrir espaço para continuarmos a crescer, cada vez com mais força e vigor, como quem sabe podar a árvore de maneira justa e em boa data, para que na estação seguinte os frutos abundem e o nosso andar tenha a sombra que nos protege.

Portanto, lembre-se, toda vez que algo fechar, vá levemente embalado e certifique-se de não trazer nada que não seja realmente seu, para que as estradas se abram quando ouvir seu nome e a vida seja próspera e pacífica.

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